Pois bem, é óbvio que aceitei
esse desafio, ou convite – eita vida difícil, hein? Algumas semanas depois,
recebi então uma simpática garrafinha, no estilo Stubbi mesmo, sem rótulo, sem
fru-fru, apenas um papelzinho preso ao pescoço da garrafa via barbante. Em
suma, uma garrafinha que apenas pela apresentação já deixa claro o sangue
‘roots’ que permeia o espirito cervejeiro de seus criadores.
sábado, 20 de junho de 2015
Ale Brothers - 1st Anniversary IPA
domingo, 7 de junho de 2015
Dead Frog - The Session - Vienna Lager
Finalizando o Beer Pack do mês de fevereiro,
com certo atraso, degustei hoje a The Session, uma Vienna Lager bem bacaninha.
Como já havia escrito um bocado a respeito do Beer Pack, da cervejaria etc.,
segue aqui apenas meu comentário acerca da cerveja em si.
Trata-se de uma Vienna Lager bem condizente, mas nada de
especial. Traz uma boa formação de espuma, com corpo médio e retenção bastante
boa, deixando um tapete branco durante um bom tempo. Lacing é excelente,
mantendo uma renda bastante demorada nas paredes. Cor é âmbar e corpo bastante
turvo. A espuma mantém a linha´, sendo um pouco mais escura que o normal. As
bolhas não são tão uniformes, mas nada muito grave.
O aroma é refrescante, trazendo pitadas florais
e de caramelo. Na boca, o sabor de malte prevalece, ainda que o lúpulo
desempenhe forte papel também, tanto em termos aromáticos quanto em se tratando
de amargor; todavia o amargor não é intenso demais. Adstringência e carbonetação
são palavras desconhecidas nessa cerveja, sendo jogadas para escanteio. A sensação é bastante seca, assim como no
retrogosto, que é curto, amargo e seco.
Haller Löwenbräu/Mohrenköpfle
Hoje, após longos 10 meses, venci a inércia, a
burocracia e a minha própria síndrome de esquilo. Ataquei uma das cervejas que
há mais tempo vinha guardando para ocasiões especiais. Assim como descrito
nesse post aqui, essa cerveja também foi adquirida quando de minha última
visita ao solo germânico. Provavelmente esse também foi um dos fatores que me
fez ficar receoso sobre a tomar ou não a cerveja, já que agora não resta mais
nenhuma daquela viagem.
Fato é que a data de validade estava
expirando….mentira, eu admito, ela já havia expirado. Dessa forma, pra não
correr o risco de ficar com uma linda garrafa cheia de vinagre em mãos, tive
que fazer o „sacrifício“. Ainda bem que a cerveja ainda estava em ótima forma,
nada de estragado, nada de gosto ou aroma suspeitos, para a minha sorte.
Mas chega de conversa, vamos lá para algumas
informações acerca dessa simpática cervejaria e sua por mim degustada filhota.
domingo, 17 de maio de 2015
Giramunddo/Irish Red Ale
Ilustríssimos, é com uma
alegria pra lá de imensa que escrevo o post que vossas excelências estão a ler.
Isso porque, após apenas 2 meses desde que decidi que iria incluir em meu blog
também avaliações de cervejas, recebi o primeiro pedido de amigos para que
escrevesse algo a respeito de sua cerveja e o publicasse por aqui.
Como muitos de vocês sabem, me
nego veementemente a incluir nessa singelo blog posts desses que vocês
encontram a dar com o pé internet afora, de criaturas “julgando” cervejas (cujo texto completo se resume a: “cor dourada, aroma doce com notas de pirilimpimpin e sabor de vidro temperado); e fazendo blogs inteiros para hospedar isso. Longe de mim julgar certo e errado, ou dizer o que cada um deve fazer com seu blog, mas um pouco de estudo e conhecimento, bem como um texto bem elaborado fazem toda a diferença, ainda mais quando se trata de um assunto tão complexo,e ao mesmo tempo tão prazeroso de se estudar como é o mundo da cerveja. Bom desta forma demorei muito a me convencer a fazer o primeiro, até que em
fevereiro tomei coragem, venci as barreiras por mim mesmo impostas e resolvi
incluir também uma resenha por aqui.
Pelo visto não foi uma má
decisão, haja visto que o feedback que tenho recebido é excelente, mesmo
daquele punhado de leitores dentre vós que adoram os textos de 10 páginas
descrevendo até mesmo os hobbies das leveduras selvagens belgas. E foi dessa
forma, e graças a essa nova fase do blog que surgiu a oportunidade de degustar
e escrever a respeito da Irish Red Ale da Giramunddo. Após coletar mais algumas
informações junto ao orgulhoso pessoal da microcervejaria curitibana, consegui
enfim escrever esse - quiçá histórico - post.
domingo, 5 de abril de 2015
BarbaRoja - Strong Red Ale
A cervejaria BarbaRoja foi fundada como
cervejaria independente e familiar em Escobar, a 50 km de Buenos Aires,
Argentina. Ela tem uma gama considerável de rótulos diferentes, desde os estilos
tradicionais até rótulos únicos criados especialmente por eles (nesta categoria
encaixam-se principalmente inúmeras variedades de cervejas frutadas).
Antes de fundar a cervejaria, em 2001, o proprietário
Antonio Mastroianni passou nada menos que 6 anos amadurecendo a ideia da
cervejaria própria, viajando pela Europa e colhendo informações para assentar a
pedra fundamental daquela que viria a ser uma das cervejarias artesanais mais
conhecidas do país dentro de poucos anos.
Quando finalmente iniciou os trabalhos, eram 5 os estilos de cerveja produzidos, com uma produção mensal (nem tão pequena assim para uma cervejaria artesanal recém fundada) de 7 mil litros. Com o passar dos anos, a produção aumentou, bem como os estilos ofertados. No ano de 2012, sua produção anual era de cerca de 55 mil litros mensais, divididos entre 14 variedades. As cervejas são exportadas, além disso, ao Uruguai, Chile, Itália, Espanha e Canadá.
Quando finalmente iniciou os trabalhos, eram 5 os estilos de cerveja produzidos, com uma produção mensal (nem tão pequena assim para uma cervejaria artesanal recém fundada) de 7 mil litros. Com o passar dos anos, a produção aumentou, bem como os estilos ofertados. No ano de 2012, sua produção anual era de cerca de 55 mil litros mensais, divididos entre 14 variedades. As cervejas são exportadas, além disso, ao Uruguai, Chile, Itália, Espanha e Canadá.
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